Mortal Kombat 1: Reboot ou Continuação?
História e Narrativa:

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(Assista ao “Filme” no canal!).
Mortal Kombat 1 marca um novo capítulo na icônica franquia da NetherRealm Studios, com publicação da Warner Bros. Games.
Depois de anos expandindo sua mitologia, o jogo retorna com um reboot ousado, mas também carrega o elemento de continuidade. A nova narrativa traz e muda de impactante em relação ao seu antecessor, acompanhado de uma mecânica nova e inovadora – embora críticada – e, como sempre, uma generosa dose de violência gráfica. O jogo nós coloca no comando principal da Nova Era: Liu Kang, agora um Deus do Fogo, que recria a linha do tempo para evitar o ciclo de destruição que marcaram sua linha do tempo original.
Essa nova perspectiva apresenta reinterpretações ousadas de personagens icônicos, tal como rivalidades que marcaram durante toda essa jornada! Sem o torneio Mortal Kombat para gerar o que é necessário para essa história, temos um torneio entre o Plano Terro (Nosso mundo) e a Exoterra (Um local farto de magia) que coexistem no mesmo espaço e tempo, mas, que buscam mostrar sua força com cada torneio, sem precisar de uma finalização ao fim de cada luta! Mas será que essa reinvenção consegue manter a essência da série? Para muitos fãs, a resposta é não! No entanto, antes de julgar, vale a pena refletir:
° O público gamer está mais exigente e resistente a mudanças?
° Ou são os desenvolvedores que estão descaracterizando a franquia?
Scorpion e Sub-Zero:
A mudança mais inesperada e críticada desta Nova Era foi transformar os antigos inimigos mortais em irmãos. Mas será que essas críticas são justificadas? Agora, o Scorpion não é mais Hanzo Hasashi, mas sim Kuai Liang, o antigo Sub-Zero.
Na linha do tempo original, Hanzo assassinou Bi-Han (o primeiro Sub-Zero), que posteriormente se tornou Noob Saibot.
As críticas são exageradas porque essa evolução já vinha sendo construída:
Mortal Kombat 9: Kuai Liang busca vingança contra Scorpion, mas desiste.
Mortal Kombat 10: Hanzo Hasashi descobre que Quan-Chi orquestrou o massacre de seu clã e família. Com essa revelação, ele e Kuai Liang estabelecem uma relação de respeito, embora Hanzo ainda deseje vingança por sua família!
Mortal Kombat 11: Hanzo amadurece e se redime, formando uma aliança de confiança com Kuai Liang.
Ou seja, essa rivalidade já estava saturada, e a nova abordagem traz uma dinâmica diferente, embora ainda mantenha o conflito entre os personagens. Torna as motivações, diferentes!
Outras Mudanças e Polêmicas! O jogo apresenta versões inéditas de personagens clássicos:
Mileena e Kitana são irmãs biológicas.
Ermac tem uma personalidade mais coerente.
Johnny Cage mais maturo e as vezes assumindo um papel de liderança.
Sindel e General Shao (Shao Kahn) em conflito, com Sindel sendo uma imperatriz leal ao seu falecido marido.
Cada cena cinematográfica e coreografia de luta tornam o modo história uma das melhores experiências do gênero de luta.
No entanto, algumas decisões criativas dividem os fãs, especialmente a ausência de personagens clássicos como Sonya, Kano e Jax, fora do elenco principal e apenas como assistência. Além da ausência de Jade!
A história é bem desenvolvida e envolvente para e dentre os jogos atuais de luta!
MAS se perde justamente no clímax.
A narrativa flui bem até o capítulo 15, onde o enredo se torna confuso e anticlimático.
Onde um novo Armagedom se inicia e uma brecha para um torneio que poderia abordar há sobrevivência de cada linha temporal!
O correto para se colocar naquele momento, não é um Armagedom e sim um novo torneio com base em cada linha temporal existente e descoberta, uma realização de um conselho e controle que pudesse ser disputado em um torneio que eliminasse cada linha temporal perdedora.
Um confronto entre Titãs:
Raiden (MK11) vs Shao Kahn (MK11).
Kitana (MK11) vs Sindel (MK11).
Liu Kang (MK1) vs Shang Shung (MK1).
Kung Lao (MK11) vs Quan-Chi (MK11).
Poderiam muito bem abordar um sistema de âncora, para que com cada derrota de algum desses, suas linhas do tempo fossem excluídas.
Enfim, um resumo e uma sugestão sobre Mortal Kombat 1 em termo de história e narrativa.

Jogabilidade: Evolução ou Retrocesso?
O sistema de combate mantém há fluidez dos antecessores, mas adiciona os Kameos, lutadores de assistência que ampliam as possibilidades estratégicas de kombo e defensiva! A mecânica é divertida e traz uma camada extra de profundidade, embora possa causar estranheza no começo.
Porém, disso temos um erro, pois há desenvolvedora poderia ter feito um modo sem essa assistência para os veteranos que não compactuaram com essa mecânica, que também foi pensada mais no modo competitivo, do que no casual!
O que é outro problema, Mortal Kombat nasceu para players casual sua evolução visando o modo de competição online não é um erro, é uma evolução natural, mas, isso também exige melhorar o que fez Mortal Kombat há Franquia de sucesso que é hoje!
A acessibilidade continua sendo um ponto forte, permitindo que atraía novatos para que se divirtam enquanto, veteranos exploram um jeito de ampliar técnicas mais dinâmicas de gameplay.
No entanto, o balanceamento ainda precisam de ajustes, já que certos personagens parecem desproporcionalmente fortes.
Luta contra o Ninja Rosa ou Floyd:
Mostrando um pouco dessa nova mecânica de combate!
O resto podem acompanhar no canal!
Gráficos e Som:
Visualmente, Mortal Kombat 1 é impressionante. Os modelos dos personagens são detalhados, os cenários são ricos e os efeitos visuais tornam os Fatalitys ainda mais brutais.
A trilha sonora e a dublagem cumprem bem o papel!
Conteúdo e Monetização:
O jogo traz um bom número de modos, para o casual e online, incluindo um sistema de progressão sólido.
Modo por modo:
INVASÃO: Substituir o Krypta!
TORRES KLÁSSICAS! Onde cada Torre de personagem se torna um ponto crucial na cronológia da história principal!
VERSUS LOCAL: Onde você consegue jogar contra a máquina ou com um amigo (a).
Atualmente no modo online:
LIGA KOMBATE: Um modo onde jogadores podem se enfrentar globalmente, ranqueando por níveis!
TORRES DO TEMPO: Um modo com Torres que oferecem recompensas!
REI DO PEDAÇO.
No entanto, há política de monetização foi alvo de críticas, com preços elevados para skins e pacotes de DLCs.
Para um jogo premium, há insistência em microtransações pode ser um ponto negativo.
Conclusão
Mortal Kombat 1 é um reinício ambicioso que traz mudanças significativas que podem não agradar a todos.
O combate continua visceral e divertido, a história é envolvente e os visuais são de alto nível.
Porém, há monetização agressiva e algumas inconsistências na dublagem e balanceamento impedem que o jogo atinja a perfeição.
Mortal Kombat realmente divide opiniões.
Ele ousa reinventar sua mitologia, mas será que acertou na dose?
O tempo e a resposta dos fãs dirão!
Nota: 7/10.
